Até quando buscarei
a carne?
No ronco de motores?
Na redundância de imagens?
Até quando buscarei um orgasmo curto e amargo?
Até onde minha arrogância que cavalga os ponteiros
dos relógios me conduzirá?
E essa minha vaidade insana e cega me arruinará?
Em que segmento de minha vida fui cúmplice?
Em que momento transfixei à Cristo?
Poesia
referente a Obra <<>> Anderson
Kelly (02/11/1999)