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Queima-me agonia...
Queima-me ligeiro,
pois eu vivo de ti.
Me esquadrinha então...
No arder da minha alma.
Fuça-me!
Perturba-me!
Devassa-me!
Alvoroça esta fogueira ardente,
que sou eu.
Vai! Queima mesmo!
Esquarteja,
Desintegra...
Faz doer a dor mais doida,
pois que tenho ânsia,
em criar.
Poesia
referente a Obra <<>> Anderson
Kelly (10/01/2002)
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